Terça-feira, 20 de Junho de 2006

OK KO!

Certo dia num jantar de aniversário de um bom amigo, num restaurante bueda bueda longe, criou-se um ambiente interessante. Malta da mesma empresa, os restantes eram colegas de curso, e tinhamos ainda os respectivos das respectivas e as respectivas dos repectivos.

Depois dos ditos atrasos, apresentações e conversas sobre como está a decorrer o trabalho uns dos outros, entrámos na "tenebrosa" esfera pessoal. Reparei, e não pude deixar de me intrometer na conversa, introduzindo a seguinte temática: Num namoro, temporalmente, quais são os períodos de crise?!?

Antes demais, será que pudemos estandardizar assim as coisas? Dúvido muito, cada pessoa passa por experiências por demais diferentes. For whom it may concern, aqui fica o resto da dita cuja, após um pequeno interregno para uma reflexão.

A primeira interveniente começou por dizer num tom algo divertido (de Who cares?) que a cada 6 meses ou 2 anos tinha crises afectivas. Acho que ela estava a sorrir porque era sempre com a mesma pessoa (mais palavras para quê, weird!). O segundo disse num tom convicto que era ao fim de dois anos, apesar de que pelo ar eu diria que para ele não deve durar mais do que duas semanas, por ser lamechas e ocupar demasiado do seu precioso tempo.

No casal ao meu lado, as opiniões dividiam-se. A respectiva achava que era aos 3 anos (a mim pareceu-me mais ruptura do que crise), porque era o exemplo que tinha mais fresco na sua mente. O respectivo foi a primeira pessoa a concordar comigo, isto sem ter ouvido o que eu tinha dito, mas já lá vamos (eventualmente não interessa para nada).

O que reti das mais diversas experiências partilhadas naquela mesa de jantar, foi o seguinte:

1 - O conservatório do registo civil deve aumentar as suas instalações, porque os divórcios só têm tendência a aumentar;

2 - A Igreja Católica deve começar a investir em Marketing Casamenteiro, tendo como mascote o Santo António;

3 - O negócio de festas para celebrar divórcios é um bom investimento para uma start-up, pois nos próximos anos vai dar bastante dinheiro (para se diferenciarem dos demais arranjem algumas variações, tipo rachar a cabeça do ex-marido(a).

Apercebi-me que ninguém confia em ninguém, todos elevam as suas defesas cada vez mais alto e intransponíveis. Assim não é amar. Estará o amor fora de moda?!? Não, nunca está. Nós é que desapredemos a amar. OK KO!

Mercador
sinto-me: OK KO
Who cares?:
Bico feito por bicodobra às 09:33

link do post | Junta-te ao Bico
De RV a 21 de Junho de 2006 às 14:07
Nas conservatórias podemos ler as indicações para cada balcão: Casamentos, nascimentos (tem outro nome, creio), divórcios. Tudo certinho da direita para a esquerda. Espero que os funcionários troquem de "gabinete" entre si... senão podemos adivinhar quem são os mais amargurados. O ponto mais curioso é q ninguém observa quem vai marcar a data p papeladas de casamento... mas no cantinho dos divórcios somos observados como se estivéssemos em jaulas para exibição. Deprimente... De resto... estatisticamente... Reparei há muito q cada empresa tem o seu ritmo de variantes emocionais. Quanto ao amor estar fora de moda... creio que sim... como os contos de encantar... agora joga-se playstation e muda-se o final a cada jogo. Já não há finais esperados... há os que nos dá na bolha!
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